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  Diabetes                     

  Obesidade    

  Gravidez de risco 

  Hipotireoidismo 

  Hipertireoidismo  

  Sindrome de Cushing  

  Hirsurtismo 

  Menopausa

  Diabetes Gestacional 

  Doenças da hipófise 

  Prolactinoma

OBESIDADE: 

 

A obesidade não é meramente  uma questão de estética mas trata-se de uma doença que  como qualquer outra, merece  uma  atenção  especial. O número de  pessoas com o peso acima do ideal  aumentou cerca  de  4 vezes  nas últimas  décadas principalmente em países em desenvolvimento. Na  America Latina esse índice  atinge  em torno de 60 %  da  população.

A obesidade  favorece  a ocorrência de casos de  diabetes, doenças  cardiovasculares, doenças osteoarticulares  e  até  de alguns tipos de câncer.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

São várias  as causas da obesidade desde a predisposição genética aos fatores  ambientais como sedentarismo e consumo excessivo de açúcar, gordura  animal e  alimentos industrializados.

O numero  de crianças  obesas  aumentou  nas últimas décadas, mas devemos lembrar  que  elas  seguem  os padrões familiares  de  alimentação e atividades físicas.

O melhor tratamento para obesidade  baseia-se  na  prevenção  através da adoção de um  estilo de vida que inclua um plano alimentar  saudável e balanceado  atividade física.

Alguns  indivíduos, mesmo com boa adesão  ao tratamento clinico, não respondem satisfatoriamente a  perda de peso  sendo necessária a avaliação endocrinologica  para  definir um plano terapêutico que esteja  embasado em evidências científicas.

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DIABETES: 

 

 

O   termo Diabetes  Melitus  tem origem no grego antigo  e significa “ sifão doce como mel” e era diagnosticado pelo  gosto adocicado da urina.

 

É importante  saber  que  o nosso pâncreas ( órgão localizado no  abdome) produz  dois   hormônios  importantes  na regulação da concentração  de  glicose no organismo: Insulina: que  atua  facilitando  a  entrada de glicose  na célula para  ser utilizada  na produção de energia  e  seu armazenamento no fígado  como glicogênio; Glucagon:  que  age de maneira  contrária  a insulina, quando  o individuo

fica  horas  em jejum ele é secretado e age no fígado estimulando a produção de glicose e a liberando no sangue, evitando sua  queda e mantendo o fornecimento de energia para  a célula.

Clinicamente  o individuo diabético apresenta sintomas de aumento da sede, aumento do volume urinário, turvação na visão, fraqueza e  em  alguns casos  perda de peso  importante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem algumas  classificações  de  tipos de  diabetes mas os mais  conhecidos  pela  população geral são : diabetes  tipo I, diabetes  tipo II e diabetes  gestacional.

 

Diabetes  Melitus  tipo I: neste tipo o pâncreas  deixa de produzir   insulina de maneira  significativa pela  destruição  das células  por anticorpos, ou seja uma  “autodestruição”. Ele ocorre de maneira  mais  frequente na infância  e  adolescência  mas  também   pode  se manifestar no adulto.

 

Diabetes  Melitus  tipo II: neste tipo  o pâncreas  ainda  produz  insulina mas de maneira deficiente. Existe  uma  resistência  ( dificuldade) a ação da insulina  nas células , dificultando que  ela  seja aproveitada   e acredita-se  haver um excesso na produção e ação do  hormônio glucagon favorecendo  uma  mobilização aumentada  da  glicose  estocada no fígado para a circulação sanguínea. É muito frequente  em indivíduos obesos  principalmente  aqueles  com excesso de gordura  abdominal.

 

Diabetes gestacional: na gestação os hormônios secretados  pela placenta   tendem a  dificultar  a  ação da insulina  nas células. Associada a essa alteração , mulheres que  apresentem  predisposição genética e obesidade  antes/durante a gestação podem desenvolver diabetes. Nas mulheres  com fatores de risco é feito  acompanhamento dos níveis  sanguíneos de glicose durante a gestação conforme  os protocolos  clínicos  recomendados  pelas  sociedades de endocrinologia  e diabetes (nacionais e internacionais).

 

TIREOIDE

 

A tireoide  é uma  glândula localizada  na  parte  anterior  do  pescoço  com um  formato parecido com uma  “ borboleta”. Pelo estimulo  de um hormônio chamado  Hormônio tireoestimulante (TSH) produzido por outra glândula ( hipófise), ela é responsável pela  produção dos  hormônios : T4-tetraiodotironina  e T3-triiodotironina  os quais terão  varias  acões  em  órgãos do organismo  como  coração, sitema reprodutivo, cérebro, trato digestivo, pele,rins  e outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A deficiência na produção de hormônios da tireóide  é chamada  de hipotireoidismo  e  se  manifesta  com  sintomas  como  sonolência, desânimo, ganho de peso, queda de cabelo, unhas fracas, obstipação intestinal, alterações  do ciclo menstrual, pele  seca, dores  articulares, alteração níveis de  colesterol e triglicerides, depressão e alterações de memória e  concentração.

O excesso na produção dos hormônios da tireoide  é chamado  de hipertireoidismo e se manifesta com  sintomas  como irritabilidade, perda de peso importante,queda de  cabelos, sudorese  excessiva, diarréia, alterações  do ciclo menstrual, insônia,dores  e fraqueza  musculares, alteração na concentração  e  até  arritmias ( alteração no ritmo  do coração)  nos  casos graves.

Também podem  ocorrer  apenas  alterações  na  forma  e tamanho da glândula  como o aumento- “ bócio” , diminuição  –“atrofia” ou formação de nódulos  que necessitarão muitas vezes  de  exames  complementares  para investigação.Alguns trabalhos  revelam  que  após  os 40 anos  até  50 %  da população pode apresentar nódulos  mesmo sem apresentar  sinais  ou sintomas clínicos.

 

 

HIPÓFISE

 

É uma glândula que tem muitas funções

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Tel: (11) 5041-1489

       (11) 5533-9829

 

 

 

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